quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

10 Things I hate about You

I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair. I hate the way you drive my car. I hate it when you stare. I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind. I hate you so much it makes me sick; it even makes me rhyme. I hate it, I hate the way you're always right. I hate it when you lie. I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry. I hate it when you're not around, and the fact that you didn't call. But mostly I hate the way I don't hate you. Not even close, not even a little bit, not even at all.

Kat Stratford, 10 Things I hate about you

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Bem, eu peço desculpa mas esta época do Natal faz-me confusão, principalmente todas aquelas músicas cujas letras revelam uma enorme hipocrisia, pregando que o mundo está bem quando na verdade todas as pessoas sabem que não está.
Apetece-me contrariar as tendências sazonais. Aqui vai,

http://www.youtube.com/watch?v=_Wy7bDTp8xc&feature=related

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

"Remember, remember (...)"

"Remember, remember, the Fifth of November, the Gunpowder Treason and Plot. I know of no reason why the Gunpowder Treason should ever be forgot... But what of the man? I know his name was Guy Fawkes and I know, in 1605, he attempted to blow up the Houses of Parliament. But who was he really? What was he like? We are told to remember the idea, not the man, because a man can fail. He can be caught, he can be killed and forgotten, but 400 years later, an idea can still change the world. I've witnessed first hand the power of ideas, I've seen people kill in the name of them, and die defending them... but you cannot kiss an idea, cannot touch it, or hold it... ideas do not bleed, they do not feel pain, they do not love... And it is not an idea that I miss, it is a man... A man that made me remember the Fifth of November. A man that I will never forget. "
Evey Hammond, V for Vendetta

domingo, 9 de dezembro de 2007

Questionnaire

Q. How do you do?
A. Like a bear in the Zoo.
Q. Why should that be?
A. That world is not free.
Q. Must it always be so?
A. No.
With our hearts and our brains
We will tear off its chains.
Q. You write poems, why?
A. Because I am shy.
In real life I conceal
Everything that I feel,
But in poems I shout
And my feelings fly out.
Q. Why do you write in verse at all?
A. I would rather jump than crawl.
My tongue would rather sing than talk
And my feet would sooner dance than walk.
Q. What’s the difference between a walker and a dancer?
A. Love is the answer.
Q. Why do you write?
A. For the love of life
And my friends, my animals,
My children and my wife.
I am lucky and happy –
Q. But how do you do?
A. Like a bear who dreams he is not in the Zoo.



Adrian Mitchell

sábado, 8 de dezembro de 2007

Parabéns a ti, meu irmão...

O mais provável é tu nunca leres isto, mas aqui vai...


"Parabéns a você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. Hoje é dia d festa cantam as nossas almas, para o meu maninho, uma salva de palmas!"


Mano, onde quer que tu estejas, espero que saibas que gosto muito de ti, és o meu irmão, e que espero que estejas bem....


Muito amor da tua irmã...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Rainy Day

It’s a rainy day.
The sky is clouded
And dark.
A lightning strikes,
Again and again,
But never twice
On the same place.

I’m sitting on my bed,
My mind wandering around,
Directionless.
Until…

I’m suddenly struck
By a reasonable doubt.

Where is it raining?
Outside…
Or inside?


Cátia Ribeiro

terça-feira, 27 de novembro de 2007

When you go

When you go,
If you go,
And I should want to die,
There’s nothing I’d be saved by
More than the time
You fell asleep in my arms
In a trust so gentle
I let the darkening room
Drink up the evening, till
Rest, or the new rain
Lightly roused you awake.
I asked if you hear the rain in your dream
And half dreaming still you only said, I love you.


Edwin Morgan

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Imagination

Today I find myself
Losing all of my remaining sanity.

Today you stand in front of me,
But when I try to reach you,
You vanish right before my eyes,
Just like a mirage.

Today I ask myself
A very important question:
Were you really there?

Have you always been there,
Right in front of me,
Somehow not being able to see you?
And when I was finally capable to do so,
Had you already disappeared,
And all that lingered was your light,
Just like a star.

Or…
Did I just make you up
Desperately trying to fill
The emptiness on my heart?

Were you for real
Or simply my imagination?


Cátia Ribeiro

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Motionless

There you are,
Right beside me.

I can hear you
Calling my name,
I can feel your fingers,
Your soft touch, on my face.

But still I make no move.
I hear you crying out my name,
Over and over,
Needing my attention.

I’m falling.
My mind is going somewhere
You can’t go to.

You try to grab me,
And still I slip away,
Like the wave slips
From the hand of a child
Who desperately tries to grab it.


Cátia Ribeiro

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Os Novos Avatares

E foi assim que tudo morreu. Quando soube que o mundo era uma grande descrença e uma grande desistência. Para acreditarmos em algo, descremos de outra coisa e para ter qualquer coisa, abdicamos sempre de outra. Quem mo disse foi Hitler, o último avatar... Ups, perdão... o pai natal. O pai natal confirmou-me que Deus não existia e que era ele o Messias salvador do mundo. Mas entretanto, meteu-se a igreja ao barulho a dizer que não o reconhecia como tal. E como também admitiram que Deus já estava um bocadinho fora de moda decidiram reconhecer antes o senhor Krishna como novo ser supremo. Só que o papa, analisando bem aquela jogada entendeu que se calhar jogava melhor se decidisse escolher um novo ser supremo, mas terrestre. Então escolheu Bush, quem mais se não ele?
O pai natal, coitado, voltou a trabalhar para a Coca-cola. Bush está convencido de que é o novo Deus e tem que acabar com os problemas do mundo. E eu estou convencido que o pai natal tinha estofo para ser Deus, porque é caridoso e justo: Prendas para os meninos bem comportados, nada para os que se portam mal.
Agora toda a gente quer ser Deus mas ninguém tem estofo para isso. Por isso, as pessoas fizeram como dizia a música e cada um tem o seu Deus pessoal. "Cada um é que escolhe em quem acredita!". Ser Deus está na moda há dois mil anos e é muito fácil.
Quanto a mim: O Deísmo não foi uma moda do século das luzes.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Viagem a Sintra

Bem, hoje durante mais tarde desocupada na FLUL, recebi um convite para ir a Sintra. A princípio tenho de admitir que estava um pouco relutante em aceitar tal convite, até porque não podia faltar às aulas.... mas lá me convenci a ir (como boa aluna que sou tinha de faltar a aula :P)
A viagem de carro foi tranquila. Não me lembrava da última vez que tinha ido a Sintra, algo que me entusiasmou ainda mais.
Mas não esperava nada do que vi. Sintra é, definitavamente, um dos sítios mais bonitos que já visitei no nosso pequeno país banhado pelo Oceano Atlântico. Ao ver os palácios, a serra, tudo isso me inspirou, me levantou a moral, fez com que a minha tristeza se dissipasse, mesmo que por breves instantes.
A praia é linda, o mar acalmou-me o espírito, e todas as barbaridades ditas pelos que me acompanhavam fizeram com que esta tarde fosse das tardes mais divertidas que tive em algumas semanas.
Tenho de confessar que parte de mim não queria ir-se embora de Sintra e agora anseio por outra visita...

Divagação

Que hei-de eu dizer? Como hei-de eu agir? E se eu disser que a minha vida está virada do avesso, que já não me conheço, que me tornei numa pessoa frustrada, estarei a ser demasiado dramática? Porque razão estou eu preocupada com o que os outros pensam? Não passam de meros pensamentos, o problema é quando os pensamentos se manifestam através de palavras, de actos… aí sim temos um problema, mas problema maior é quando não deixamos que esses pensamentos ganhem vida. Isolamo-nos de tudo e de todos, não somos nós mesmos, não tiramos o devido proveito da vida.
Se há palavras que magoam ao ser ouvidas, as que mais magoam são as que ficam por dizer, as que nos martelam na cabeça por não terem sido ditas e nos corroem a alma. E nego o que sinto… não é correcto senti-lo, jamais poderá ser sentido, jamais!!! E continuo a negar o que sinto… E nego todo este desejo físico que jamais pensei poder ser negado e que jamais deveria ter negado e que por razão que desconheço continuo a negar. E porque não consigo contrariar esta força que me leva a negar tudo o que não deve ser negado, a mágoa e a angústia apoderam-se de mim a cada pensamento, a cada decisão, a cada palavra, a cada acto, que me poderá trazer a felicidade… Fod****!!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Caras



Uma, duas, três caras conhecidas
Conheço-as! Conhecem-me?
Por detrás das mascaras
Como serão as caras escondidas?
Entristecem-me, desiludem-me
Estas minhas caras caras.

Mas caros amigos, não se vão.
(Em vão) falem com elas!
Mas elas não vos escutam.
Com pouca inteligência elas se denunciam,
Podem conhecê-las, mas não ama-las.
Pois elas não vos escutam.

Uma, duas, três caras conhecidas,
Adivinhas mas não sábias.
Cansei-me delas, matei-as.
Caras infinitas, perdidas
No mundano, no insano, coisas secundárias...
Matei-as nas teias do pensamento, esqueci-as.
Imaginam isso? Encarar caras infinitas, esquecidas.


Eduardo Rilhas

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

do you know when you make big plans for something and you start making these plans years before the event actually happens and then in a matter of seconds, only a few days earlier, something happens that you just couldn't prevent or even see it coming?
what then? how can you fight it?
where can you find the strength to fight against it when you're already fighting against a million other things?
where? is there a place where al people can go to find strength? is there such a place?
i can't fight another battle! i've lost all my strength somewhere along the way!
i'm letting go....